Identificar
Confirmar nome científico, família, parte usada e ocorrência. Nome popular sozinho não basta.
Conheça as plantas, valorize os saberes e descubra por que a floresta importa. Sua próxima descoberta começa aqui.
Pesquise pelo nome popular, científico ou por um tema.
Ilustração educativa. Não usar para identificar plantas.
20 superdossiês ilustrados
250 fichas para conhecer
Saberes com contexto e fontes
Nosso ponto de partida é a Amazônia. O catálogo também inclui plantas de outras regiões, identificadas como coleção ampliada. Conteúdo educativo, com fontes e cuidados; não substitui orientação profissional.
Encontre plantas, lugares e temas do acervo. Escolha um assunto para começar.
Arraste os pontos ou o fundo. Use Tab e Enter ou a lista para explorar.
Conexões organizam o acervo, não indicam tratamentos. Famílias e territórios aparecem somente quando informados nas fichas. Confira sempre os cuidados e as fontes.
Escreva do seu jeito: “tou com diarrei”, “dor de barriga” ou “não consigo dormir”. O assistente oferece cuidados iniciais e preparos quando apropriados, explica limites e reconhece sinais de alarme. Ele funciona por regras locais e conteúdo documentado; não é diagnóstico nem uma IA conectada a um serviço externo.
Cada resultado informa a planta encontrada, o tipo de registro, a classificação editorial, os cuidados, as fontes associadas e o caminho usado para chegar à resposta.
Pesquise nomes populares e científicos, sinônimos, famílias ou usos documentados. A coleção ampliada tem filtro próprio e não implica origem amazônica. Nomes históricos ambíguos permanecem no Arquivo Histórico.
Sobre as imagens: os 20 superdossiês possuem ilustrações digitais em fundo branco. Elas ajudam na apresentação do catálogo, mas não substituem fotografias, chaves botânicas ou avaliação especializada para identificar uma espécie.
Explore botânica, química, usos documentados, segurança e o que a ciência ainda precisa esclarecer. Cada dossiê traz uma ilustração e suas fontes.
Imagens: as ilustrações botânicas são recursos visuais educativos e não devem ser usadas isoladamente para identificação de plantas.
Passe o mouse para identificar uma unidade federativa e clique para abrir seus registros. O mapa diferencia ocorrências estaduais já ligadas a uma fonte das coleções regionais que a equipe ainda precisa confirmar.
Malha territorial simplificada: IBGE — API de Malhas v3 ↗
Agora há receitas culinárias amazônicas, bebidas, usos externos e orientações técnicas em grupos separados. Receitas alimentares não são apresentadas como tratamento.
Alimentação, aromas, cosméticos, artesanato, agricultura e importância cultural também fazem parte do banco — sem transformar todo uso de uma planta em alegação terapêutica.
Alguns nomes populares ou históricos mudam de significado entre épocas e regiões. Quando a equivalência moderna não é segura, o termo fica aqui como registro documental — e não como “planta com identificação pendente” no catálogo.
Uma entrevista registra experiência e memória; uma base botânica ajuda a identificar uma espécie; um estudo experimental testa uma hipótese; uma monografia técnica orienta um uso específico. Essas fontes não têm a mesma função.
Confirmar nome científico, família, parte usada e ocorrência. Nome popular sozinho não basta.
Registrar título, instituição, endereço, data de acesso e qual afirmação a fonte sustenta.
Separar referência técnica, registro tradicional, estudo pré-clínico, uso alimentar e termos históricos sem equivalência taxonômica segura.
Comparar a ficha com a fonte e pedir conferência humana antes de marcar como revisada.
Guardar data, responsável e motivo de cada alteração, inclusive quando uma IA ajudou na redação.
Mostrar o que não foi confirmado e corrigir publicamente erros encontrados.
As letras organizam o tipo de conteúdo do protótipo. Elas não são uma escala universal de eficácia clínica.
Referência técnica aplicável: há monografia ou orientação institucional associada à espécie e ao uso descrito.
Uso tradicional ou interesse técnico documentado: exige separar tradição, estudo inicial e aplicação clínica.
Contexto cultural, externo ou etnobotânico: documenta um uso, mas não comprova eficácia.
Uso alimentar ou econômico: não deve ser convertido em promessa de tratamento.
Registrem somente entrevistas e visitas realmente realizadas: pessoa ou comunidade, papel no projeto, data, local, tema, forma de consentimento, limites de divulgação e responsável pelo registro. Se não houver autorização, o conteúdo não deve ser publicado.
Essas bases ajudam a procurar trabalhos. Cada resultado ainda precisa ser lido, classificado e ligado a uma afirmação específica da ficha.
O Ministério da Saúde alerta que plantas medicinais também podem causar efeitos adversos, interações e intoxicações. O site não orienta interromper tratamentos, não calcula doses individuais e não identifica plantas com segurança a partir de nome popular ou fotografia.
Falta de ar, dor no peito, desmaio, convulsão, sangramento, febre alta, dor intensa ou piora rápida não devem ser tratados pelo catálogo.
Gestantes, lactantes, crianças, idosos, pessoas com doenças crônicas ou que usam medicamentos precisam de orientação profissional.
Espécies diferentes podem compartilhar o mesmo nome popular. Parte usada, preparo e procedência também mudam os riscos.
Um registro tradicional tem valor cultural e histórico, mas não equivale automaticamente a ensaio clínico ou autorização sanitária.
Resultados em células ou animais ajudam a formular hipóteses. Eles não demonstram, sozinhos, benefício e segurança em pessoas.
Se uma fonte contrariar uma ficha, a equipe deve corrigir o conteúdo, registrar a mudança e manter o limite visível.